Mas essa merda.

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Eu só consigo falar de saudades. É o sentimento mais presente em mim, é o amor junto. Se eu não amasse, não sentiria saudades. Ciúmes, um sentimento muito forte em mim, faço questão de demonstrar isso. É ruim, parece desconfiança, mas não é. Eu sempre penso que devo cuidar do que é meu, faço isso com todas as minhas forças. Mesmo demonstrando fraqueza algumas vezes, eu não paro.

Parar com alguém… Não sei, não sei fazer. Não realizo isso, não faço questão de fazer isso conosco. Falamos e fazemos tantas coisas. Coisas boas, que tem que ter um futuro grandioso, o futuro que nós imaginamos o futuro que nós quisermos. Pra fazer esse futuro não posso ficar aqui parado na frente desse notebook escrevendo. Sim, não estou escrevendo em uma folha de papel, estou sem luz e o notebook ainda tem 1 hora e 30 minutos de bateria. Isso não importa.

Digitando as palavras demoram um pouco mais do que escrevendo a mão. Por quê? Juro que não sei. Acho que ando me superando sabe. Nunca faço nada de grandioso por alguém, sempre fico na minha, no meu canto. Mas né… Esse amor mexe com as pessoas, com as atitudes principalmente. Um diálogo esperto não sei escrever.

Mas o que me resume é a saudade. Posso escrever vários textos gigantescos e em todos vou falar um pouco de saudade, da saudade que sinto. Do prazer que é te ver quando me vê, de um sorrisinho. Fofura é contigo, quando tu quer obviamente.

Algumas pessoas insistem em dizer que o destino não existe. Mas se não fosse o destino, como eu iria te conhecer? Como iríamos nos dar bem? Como simplesmente tu ia me dar um oi. Sim, foi na internet, não nego isso. Pode ser até ridículo, não é. Hoje o dia está quente e eu só queria um dia frio, um inverno contigo. Um chocolate quente, um filme e cobertor. Quero a simplicidade, desde que tu esteja junto.

Isso não é destino?

E eu tento.

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As palavras são fáceis de ser escritas. Algumas atitudes quase impossíveis de serem tomadas. Tomei atitudes com uma certa pessoa, que talvez nem em sonho eu iria ter coragem. Por insegurança? Acho que sim, essa pessoa me deu a segurança que eu precisava. Algumas vezes penso comigo mesmo; Por quê escrevo tanto? e ajo pouco? Hoje, dias depois que eu tomei coragem para concretizar o que meus sonhos diziam que era o certo lhe dei uma rosa. Antes te disse uma frase, sem sentidos para muitos, mas com sentido para mim, e espero que pra ti também. A frase era a seguinte;

“Isso representa o nosso amor, ela pode ficar velha e morrer, mas meu amor por ti nunca vai morrer”.

Logo depois disso lhe dei a rosa, a que eu tanto procurei e com a ajuda de uma amiga tua eu achei, na verdade nem fui em quem comprei, foi ela. Logo após ela comprar minhas pernas tremeram, muito, tipo da primeira vez que tu me viu. Agora, depois que eu te dei, seus olhos brilharam, não vi lágrimas, se houvesse alguma iria desmoronar nelas. Ficaste feliz, eu vi. Me abraçou diversas vezes, eu retribui. Poucas palavras mas palavras verdadeiras, era o que eu tinha em mente. Não quero comemorar nada, é só um desabafo.

Teu sorriso é o que me deixa feliz, e por ele vou lutar até minha última célula estiver viva. Meu coração pulsa, mais rápido, mais alegre quando sente seu cheiro, quando vê a tua imensa felicidade, em me ter.

Não tem amor melhor do que o meu, me refiro a ti.

E agora?

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Eu, aqui dentro de um carro, com um papel, caneta Bic azul meu celular e suas música, vindo da praia… Realmente a praia não é mais tão divertida, pra quê saudades? Pra que o outro lado dela? Eu realmente nem sei. Mas o que me diverte um pouco agora é que cada vez que escrevo as letras saem muito rabiscadas, erradas e sem uma certa sintonia. Na maioria das vezes pra falar a verdade pego esse meu papel e essa mesma caneta, o papel não tem como ser o mesmo, mas e a caneta? É igualzinha e a mesma. Nesse momento parei de escrever pois meus pais decidiram ir para uma lanchonete.

Então… voltei e me molhei no estacionamento. Chuva me lembra quando tomamos banho de chuva juntos. Daqui a alguns minutos nós iremos entrar na free way, e daí? E eu queria estar viajando nela contigo. Mas esses plano… Vão se tornar reais?

Como é torturante ficar dentro de um carro nesse “nosso” dia. É horrível, tenho vontade de sair correndo direto pra estrada do mar e te achar na cidade onde estás. Não tenho motivos pra não fazer isso, só tenho pra fazer. E agora, esse engarrafamento? Carros, ônibus, caminhões e essa chuva. Tudo perfeito, vidros fechados, cobertor, ar condicionado e você? Por que não está comigo? Nem tenho como te ligar. Nem tenho como te ver. Não sei quando vou te ver.

Meus pensamentos estão sempre em ti. Na boa e na ruim. Penso; “O que será que estaríamos fazendo se ela estivesse aqui?”. Aproveitando esse dia. Nosso dia, mas nem é pelo nosso dia, é pela minha vontade de viver contigo. É pela minha vontade de te fazer feliz. Eu prefiro muito mais a felicidade tua do que a minha. Sou assim, com certeza aprendi isso com o meu pai. Pelo menos nesse engarrafamento as letras saem um pouco mais em sintonia. Estão mais retinhas, menos tremidas.

Tremer nosso amor não é nada bom. Por isso prefiro esse engarrafamento do que chegar em casa e fazer o que faço sempre; ligar o computador. Cansei disso. Preciso viver fora dele. Obviamente devo muito, muito mesmo a ele. Mas agora sem querer ficar muito tempo nele, sem ter o que fazer nele vejo que preciso ter atitude. Não sei dividir computador e atividades longe de ti. Só o desligava quando era pra sair contigo.

Tenho muito o que falar, mas tenho muito o que viver. E nele nós só vivemos um pouquinho.

Uma das coisas mais gratificantes que eu já recebi foi o teu sorriso. Na chuva, lembra? Lembrei disso agora. Engarrafamento de trânsito me faz pensar um pouco mais nas memórias um pouco mais distantes, boas memórias. A chuva me traz uma paz. Um clima bom que amo sentir. O cheiro de terra molhada, o tempo úmido, as pessoas tentando fugir dela, poças da água, meu reflexo nela…

Minha irmã está me olhando com uma cara de; “Que retardado com esse papel e essa caneta”. Bom, depois isso vai pro computador. Na verdade eu nem sei se vai. Um rascunho as vezes é muito mais significativo. Mas enfim… Eu estou louco pra te ter. Pelo teu sorriso, pelo teu desprezo quando tu me chama de retardado como minha irmã.

Um dia espero que as coisas se tornem realmente como planejamos. Planejamento as vezes é bom. Mas temos que correr atrás não é? Falar e falar não adianta. Estou tentando pelo menos dar um passo a frente. Nem que for passo de formiga. Ou vôo de galinha que não é tão longo. Mas vou correr atrás. A vida ensina isso, pra todos. Mais cedo ou mais tarde aprendemos isso. Aprendi hoje com 16 anos.

Se o meu sentimento, meus planos, minha vida, minha respiração, meu amor, meu coração é tudo que tu quer, é tudo que tu buscou… Abre um pouco mais os olhos, temos que ir pra frente. O passado já foi o presente passa num segundo e o futuro chega no segundo depois.

Realmente estou em paz comigo mesmo. Um fone de ouvido, Fresno nele, papel e caneta. Na distância pra mim isso é perfeito. E agora, o que eu faço?

O Coração e o Desfibrilador.

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Caralhadas de coisas acontecendo. O orgulho as brigas, o estresse, a saudade, o amor e o perdão. Tudo isso acontece em menos de uma hora conosco. É tudo mesmo, desde o orgulho até o perdão. Agora com a tua ausência de 15/16/17 dias… O que vou fazer? Quem vou ser eu? Não sou mais o moleque que fica 24 horas por dia na internet. Eu sempre saio pra te ver. Nunca fiz isso. Sempre esperei as pessoas. Por ti eu vou atrás. Atrás de ti. Algumas pessoas acham idiota eu ir atrás… Bom, elas não devem saber o que é o amor. Não posso dizer que eu sou “O fodelão” no assunto, mas com a vida, com música, com o Lucas, com textos, meus textos, livros, e te amando eu descubro a cada dia, a cada sorriso o que é isso. Valer apena lutar… Vale apena cada centavo gasto, vale apena as brigas com os pais, vale a pena ser assaltado, vale apena sentir saudades, vale apena sair correndo atrás, vale apena simplesmente… viver pra te ter. Mas já me disseram que não vale apena lutar. Liguei pra isso? Fiz questão de ouvir? NÃO! Sou teimoso, sabes bem. Melhor que eu, tu sente na pele que sou teimoso. Nós podemos revolucionar ou apenas ser revolucionado. Não quero, não sou e nem vou ser revolucionário… Mas o amor revoluciona. Revoluciona dois corações, corações apaixonados. “As pupilas dilatadas, as tremedeiras nunca mentem. Isso é o que posso chamar de amor.”. Tremi antes de te ver pela primeira vez, mas já falamos muito disso. Falar disso me faz rir. Hoje estamos fortes, sem tremer. Bom. Alguns dizem que o romance está em apuros, concordo. Mas isso não acontece comigo. Não, conosco não. Apuros nós estamos por que a vida simplesmente nos faz, nos deixa nessas situações, e temos que nos virar. Algumas atitudes precisam ser mudadas. Mas eu realmente acho que não quero que tu vire a meiguinha. Te quero assim; bravinha, fresquinha. Só um pouco menos irônica. Sarcasmo as vezes também é grande. Mas acho que tudo, tudo isso mesmo é provocação. Enfim. Acho que tudo é por que vai passar o ano novo longe. Alguém gosta de passar um dia… Um dia especial, um ano novo longe do seu amor? Não. Ninguém. Sacrifício enorme não correr até ti. Mas bom… A saudade vai aumentar e vou destroça – lá como se fosse um cão com um gato, ou um cão com um jornal. Mas o cão que não obedece, o cão que destrói o jornal. É como um coração e um desfibrilador: Ele para quando está longe e volta a funcionar como um choque quando te vê.

Outro sem título.

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Um dia depois do natal, o natal que foi o menos natal pra mim decidi ler o que tu já escreveste pra mim. Históricos de conversas e meu lindo presente em uma caixinha. Uma caixinha que dentro tinha tudo que sentia, sente.

Tudo aquilo faz minha cabeça processar rapidamente, lembrar de tudo, todas as coisas que passei, do que tu disse ter passado. Porra, e as brigas? São tantas, as vezes por motivos ridículos. Não tento dar o braço a torcer, tu tenta, mas as vezes não consegue. Mas sabe, quando tu diz um simples “te amo” meu mundo começa a fazer sentido. Um sorriso no meu rosto sempre faz bem… Não é? Um sorriso no teu rosto quando imito um porco pra ti. Quando te imito. Quando arrumo meu cabelo do jeito que tu gosta. Q

Quando finjo que vou te derrubar, não derrubo e no final eu derrubo. Quando mordo teu nariz ou as tuas bochechas… Cara, suas bochechas são as melhores do mundo. É tão meigo tu falando pra parar. Para fulano, para para para. Eu paro e tu fica tentando amenizar a dor. Ahhh! Tu ama especialmente quando pego teu violão que eu gosto tanto, sento na tua cama e fico tocando e cantando. Sabes como canto demasiadamente bem. E quando acordo as 06:30 a.m pra tomar banho, me arrumar e subir ali, a Protásio Alves pra ir no teu colégio e saber o que tu tem que fazer é só as 11:00 a.m? Mesmo assim tu continuou comigo, até as 11, depois das 11. Até a hora de sempre 19:27 p.m por aí não é? Como tu disse no bilhetinho de número 7, tu ama essas pequenas formas de carinho. Desde a mais dolorida pra ti, até a mais dolorida pra mim.
O fato das ligações… Te ligo todo o dia, toda hora. Pra quê? Por quê? Bom, ligo quando acordo.

X: Vamos fazer algo hoje?

Y: Sim é claro.

Quando tu simplesmente desaparece por 10 minutos. Ou melhor, a melhor parte do meu dia. O que me faz dormir e sonhar. Te ligar quando eu e tu estamos deitados, cada um em sua cama, preparados para dormir e esse ciclo ter início de novo. Nos despedimos diversas vezes, diversas mesmo. Centenas ou milhares… Não, daí exagerei. Exagero… Isso me faz pensar se o que eu sinto não é exagero pra ti. Pro outros, nem ligo com os outros. Faço o que faço por ti, e tu sabe e agradece por isso.

Bom… Bruxinha. Como eu já havia dito em outras milhares palavras que formam texto, é fácil demais te amar. E bom… Um dia eu digo o que eu penso quando tenho aqueles olhares pensativos. Ou um dia tu descobre. Sei que te deixo curiosa e a intenção é essa mesmo. No dia certo e na hora certo te digo. Com absoluta certeza do meu amor. Com absoluta certeza que isso não é passageiro. Com absoluta certeza que te amo.

A inutilidade de um natal longe de você.

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Nunca em um natal tive namorada. Nunca em um natal passei longe dos meus pais e da minha família. Mas agora, contigo na minha vida parece que me falta algo nesse dia. Parece o caralho, FALTA! Falta o seu sorriso. Falta o seu elevado nível de estresse. Falta eu pegando no teu pescoço e você odiando. Falta o seu cheiro. Falta as brincadeiras. Falta o seu beijo. Só. Na verdade isso só não faz falta no natal, faz falta toda vez que eu saio da sua casa as 19:27 por aí como sempre. Vou pra casa falando com você no telefone e vai dinheiro… E eu não me importo. Não mesmo. Meus pais se importam e dizem que dinheiro não cai do céu e nem dá em árvore. No fundo eu sei que eles tiveram essa fase na vida deles, mas enfim. Mais um natal… Mais um natal longe de ti. Horrível é como ele vai ser. Bom por que vou ganhar presentes, eu espero. Bom para reunir a família, ruim pelas horas que nos separam.

Do outro lado da distância lembra? É. Hoje é mais um dia sem ti. Um dia exatamente do outro lado dessa coisa tão horrível que se chama distância. As vezes penso positivo sobre ela; Essa distância só me faz te querer mais todos os dias, mas quando tiver tudo isso acaba. Como também me faz pensar negativo… É ai que o meu dia acaba. O que eu posso fazer? Sair de casa as pressas pra te ver. Chegar ai, sentar no meio fio e te esperar. Você chega me dá um abraço, eu com um pouco de orgulho finjo não me importar. Mas depois do teu cheiro, do teu beijo e do teu abraço todo esse orgulho morre, vai pra outra pessoa, outros casais em apuros que se não souberam comandar esse amor acaba.

Não tem o que dizer do natal. Só que eu estou do outro lado dessa distância maldita. Tu estás do outro sentindo a mesma dor talvez. Não é bem uma dor… É uma falta no dia, é mais ou menos que um dia sem dormir. Sentir sono querer cair mas ter que ficar de pé, é mais ou menos isso. Mas aonde você estiver estarei em coração, em alma e espírito. Até os nossos marshmallows nada vai ter fim em algum lugar bem longe de onde vivemos hoje, nada vai ter fim. Eu não vou deixar… Eu não vou deixar!

Não tenho título.

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Falar de saudade… Puts, essa “vadia”. Que dor horrenda que eu sinto com essa tal de saudade. Todo mundo sente, todo mundo passou ou vai passar por isso. Ninguém quer perder alguém que ame. Mas poxa, as vezes me pergunto se tem algo além desse “ame”. As vezes acho que não é suficiente dizer – Te amo minha menina. Não! Eu tento, eu vasculho em tudo onde eu posso achar algo pra ser diferente, não acho. O melhor jeito foi esse, sem dizer Te amo. Escrevendo textos pra tentar dizer alguma coisa pra ti.

Sabe, hoje mesmo estava ouvindo uma música, algumas pessoas vão saber que música e de que banda é que tem o exato verso… “Eu exagero nas palavras, mas nos meus versos, eu só encontro você, eu saio só pra te ver”. Pensei, nossa, isso é tudo que eu faço, essa frase é perfeita, ao meu ver.

Cada dia que passa me pergunto, de verdade como vai ser um dia sem ti, na verdade vai ser chato. Vou ficar alienado, sem ter muito o que fazer. O melhor que faço nesses dias que não saio para dar uma volta contigo, sentir teu cheiro que eu gosto e como gosto é te ligar e ouvir tua voz. Ou te ligar só pra falar coisa de casais de bobos e apaixonados, mas feliz só pra dizer;

X: É VERDADE

Y: VERDADE.

Fim. É só isso, assim que eu posso ganhar todos os dias da minha vida, até o dia em que meu coração decidir parar de bombear sangue e eu dormir tranquilamente pra sempre. É só de um “– Oi fofinho” que eu preciso pra conseguir dormir bem todos os dias.

Gostaria realmente de falar da saudade, mas é uma coisa tão normal, mas que corrói qualquer um. Deixa vontade de sair correndo daqui até ai. Por ti eu agüentaria, na boa. Uma garrafa de água e fim, iria fácil. Mas é quase verão e eu tenho medo de desmaiar.

São tantas palavras, as vezes tenho medo de ser repetitivo. Na verdade eu devo repetir muito o que eu disse mas é sempre de um jeito novo, um jeito que eu nem sei da onde saiu. Tenho que me sentir bom pra alguém, pra ti.

Bom. Saiba que você sim, me faz bem. Não vou te perder, não vou deixar. Não solta minha mão, eu sempre seguro a sua. Minha vida é tão melhor desde que te conheci. Desde que te dei aquele primeiro “–Olá” em forma de susto que deixou no ar um som de PÁ! Desde lá me apaixonei pelo teu sorriso, teus olhos, tua boca tremendo ao me beijar pela primeira vez. Tuas pernas tremendo também. Minha vida com a tua é o que eu quero, é pelo que eu vou lutar até meu coração parar.

É tudo, é nada.

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Tem pessoas que gostam de se expressar cantando, fazendo mímica, teatro, cinema… Há muitas maneira que eu posso me expressar, mas eu gosto só de escrever. Sabem uma coisa que você faz bem e ainda por cima te agrada? É o que acontece comigo quando escrevo. Confesso que tenho muitas dificuldades… Não vou bem em aulas de português, não consigo fazer redações que valem um “B”. Mas acho que quando escrevo pra ti, pensando em ti, é tudo mais fácil. As palavras saem com extrema naturalidade. Algumas pessoas devem pensar;

O que esse “muleque” de 16 anos ta falando? Nem sabe que é o amor, não viveu a vida ainda é já quer escrever? E pra alguém ainda, não vale nada.

Bom, eu sei que eu tenho tanta coisa pra viver, muitas coisas, alegrias, tristezas, o que é normal na vida de alguém. Mas quero viver tudo isso contigo, quero na verdade morrer contigo, mas isso só quando tivermos realizados nosso sonho, sabes qual é.

Esse nosso estranho amor, que atravessa tudo e todos. Podemos até nos ferir, mas não morremos.

Um dia espero que você se orgulhe de mim, por eu escrever tanto, e nesse tanto ser tudo pra ti. Parece ser tão complicado esse amor, se é que é amor, ou paixão. Eu realmente não sei muito da diferença dos dois. Sei que algum desses, ou até os dois sinto quando vejo teu sorriso, não só no sorriso, nas lágrimas também.

Sabe, tenho muitos ídolos na música, muitas músicas que as vezes dizem por mim, mas não acho bom dizer, prefiro palavras minhas. A porra é que as vezes me faltam palavras pra dizer. Mas continuo escrevendo por que gosto, gosto de sentir as palavras se encaixando, fazendo algum sentido não só pra mim, nem pra ti, mas pra quem lê.

“Você sabe que eu só penso em você. Você diz que vive pensando em mim” . Essa frase  me faz pensar sabe, o que é pensar em mim? Não sei, talvez nem tu saiba o que ou o por quê tu pensa em mim.

Não sei mais o que pensar, em quê pensar. A minha cabeça só tem lugar pra um nome, e é o seu. É loucura? É. O amor tem dessas… Que graça teria o amor sem loucuras?

Chuva renova sentimentos.

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Eu cantei e toquei as notas mais errada. Agora estou acertando elas como em uma grande e organizada sinfonia, com nós.

Depois de um dia contigo é bem mais fácil te amar. Amar teu sorriso. Bom, falando em sorriso preciso relatar alguns fatos, que marcam, pra sempre na minha mente? Sim.

Acordei, me arrumei e parti.

Desci do ônibus esperei e te vi. (08:42)

Pegamos uma lotação, a mesma de sempre, chegamos no nosso local onde tivemos o primeiro encontro, primeiro susto, primeiro abraço, primeira conversa pessoalmente, primeira sessão de cinema, o grande primeiro beijo interrompido rapidamente por um guarda por estarmos em local proibido. Logo fomos em uns bancos, banquinhos que as pessoas nem ligavam tanto, pra nós? Marcou na mente e principalmente no coração.

Sentamos nesse mesmo banco… decidimos fotografar um ao outro, um do lado do outro, e em uma dessas fotografias saiu um simples sorriso, uma risada gigante minha. Depois tu viste a foto e começou a me elogiar, loucamente. Confesso que fiquei meio… meio envergonhado, mas nada de mais. Depois, as 10 a.m entramos no shopping, demos umas voltas e fomos parar na praça de alimentação. Tomaste um Milk shake e eu peguei refrigerante e alguns nuggets pra nós. Derrubei o refrigerante no chão, inteirinho, comemos e voltamos para tua casa para pegar teu remédio. Voltamos ao shopping lá pelo 12:30, perdi dois dvd’s e um cd, nem ligo. Fomos no cinema ver horários… Harry Potter e As Relíquias da Morte as 14:30? Vamos? Não. Decidimos dar mais voltas no shopping quando começou a chover, e chover muito, até granizo. Parou o granizo, parou a chuva. Meu sonho de lhe beijar na chuva, rir e brincar já era… por alguns minutos. Logo após quando estávamos indo para o nosso banco de novo começou a chover, mais forte que antes, só que sem granizo. Tomamos banho de chuva, deu pra dar muitas risadas, muitas mesmo, te peguei no colo, nos fotografamos de novo, molhando tudo, câmera, celulares, cadernos, carteiras, mochila, roupa, tudo. Quando tu achava que ia escapar da chuva em uma parada de ônibus decidimos ir outra vez pra chuva, fizemos o mesmo ciclo. Decidimos parar, foi correndo para um lugar seguro, correndo, gritei teu nome.

X: FULANA

Y: QUÊ?

X: ME DÁ UM BEIJO?

Venho correndo, com um jeito tão meigo, molhada da chuva, acanhadinha, e com o sorriso mais encantador e sincero que eu já recebi.

É, é tu quem eu quero. Renovamos nós mesmo, nos apaixonamos um pouco mais e de novo. É só isso que eu posso dizer.

Esse dia está uma bosta.

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Esse dia está uma merda.

 

Não te senti teu cheiro, não beijei tua boca, não estou sentindo vontade de fazer nada. Quero a princípio te ver, te cheirar e te beijar. Não, eu não posso na hora que eu quero, isso me deixa louco. Louco por não poder fazer nada a nossa respeito, feliz por saber que te tenho. Não consigo mais acreditar na possibilidade de passarmos 1 dia longe 1 do outro, não posso mais acreditar. Tenho revertido todas as situações adversas a meu favor… na verdade, ao teu favor, tudo que eu faço é pensando em ti. Não nego mais.

 

Essa pseuda solidão, essa gripe que nem com remédios fortes passam… passam, passam se eu estou contigo, o mundo, os problemas, as pessoas, as atitudes ficam mais fácil de serem realizadas quando estou ao lado teu. Não, não vejo uma forma de agir melhor contigo, meu jeito infantil e irritante, é como tu sabes muito bem, chato. Hoje, exatamente nessa hora, meus sentimentos estão a flor da pele, as palavras na ponta da língua, as atitudes… bem, as atitudes deveriam ser tomadas, vão ser tomadas. Infelizmente sempre temos que esperar pelo sol do dia seguinte, mas por ti eu espero.

 

É fácil demais te amar. É fácil sorrir vendo você sorrir. É fácil chorar vendo você chorar. É difícil te esquecer. Nunca quis, nunca precisei, espero não precisar. És o ar que eu respiro, és tudo. Minha menina, meu amor, tudo.

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